Dança Afro

Aulas de Dança Afro

logo-cambona

Cia Cambona

“Somos um grupo de jovens dançarinxs e músicxs, atuantes e pesquisadores das manifestações populares brasileiras, sobretudo as danças e ritmos afrobrasileiros. Jovens que cresceram e viveram juntos no mesmo bairro e que após anos de amizade, encontros e desencontros, decidem firmar ponto para expressar as artes contidas em seus corpos e conectar-se com outros corpos e mentes. Usando das narrativas da cultura e dos saberes populares para compartilhar e propagar os valores de que acreditamos e que fomos construindo ao longo da nossa caminhada juntos, de união, respeito às tradições, aos mestres e principalmente de respeito verdadeiro às nossas diversidades.”

‘Respeitar quem veio antes é ensinar quem vem depois’

Um salve e máximo respeito a todos os nossos mestres.

Laroyê

Cia Cambona

Data: Segundas-feiras
Horário: Das 21h às 22h15
Idade Mínima: 10 anos

 

Plano Mensal (1x por semana)
R$ 140
Aula Avulsa
R$ 40
Aula Experimental
R$ 20

Os pagamentos de nossas atividades deverão ser feitas somente em dinheiro ou cheque.
Participe de uma aula experimental, basta chegar!

Mais informações: Cia. Cambona – contatociacambona@gmail.com

 

 

Proposta:

A dança possui influência afro-brasileira, inspirada na tradição dos terreiros de candomblé, assim como dança dos blocos afros e linhagens contemporâneas da dança negra, agregando também movimentos de outras etnias de povos de vários países da África, principalmente os concentrados na região Oeste. A partir do estudo de tais fundamentos, os movimentos são realocados em uma estética performática de dança como expressão artística, a partir de uma perspectiva contemporânea.

Durante a sua prática, exercita-se, principalmente, resistência, coordenação, força, sensibilidade, respiração e concentração. É uma manifestação de matriz africana que contribui para a formação da cultura brasileira, experimentada pela linguagem corporal da nossa origem miscigenada.

A percussão é ao vivo e composta por instrumentos, como o agogô, atabaques, congas, surdos, djembés, berimbaus, entre outros, tocando ritmos como ijexá, congo de ouro, barra-vento, panijé, aguerê, quebra-prato, soli, baô, etc.

Método: Aquecimento; movimentação em fila, com variação de ritmos; coreografia; alongamento; canto.

Dança Afro
Dança Afro

 

Bruna Braga começou a praticar dança afro brasileira em 2005 no projeto chamado Treme Terra, localizado no Morro do Querosene. Em 2006 entrou para o grupo de dança afro e percussão com Kelliy Anjos e Firmino Pitanga como coreógrafos, fazendo diversas apresentações em eventos, parques, praças e teatros, como Galeria Olido, SESC Santo André, Black na Cena, SESC Pompéia, CÉU Butantan, CÉU Uirapuru, Parque da Juventude com Paralamas do Sucesso, Anhembi Morumbi, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, MASP, Auditório Ibirapuera, entre outros, permanecendo no grupo durante 9 anos.

Em 2010 começou a dar aulas para crianças no projeto Afrobase no Rio Pequeno, permanecendo por 4 anos. Ministrou um workshop na Faculdade de Medicina na Universidade de São Paulo. Em 2012 iniciou na faculdade de Dança na Uniesp, em São Caetano do Sul. Passou a dar aulas no Condomínio Cultural, na Pompéia e no Estúdio Laban, no Morro do Querosene. Workshop de dança dos Orixás com o mestre King da Bahia e aulas de dança africana com a mestra Mariama Camara da Guiné. Em 2014 formou o grupo Cia Cambona, atuando como dançarina.

 

 

gabriela_marques_1-web

gabriela_marques_2-web

Gabriela Marques iniciou sua caminhada na dança em 2004, quando começou a se interessar pelas manifestações da tradição popular brasileira específicas de Pernambuco. Seguiu fazendo aulas dessas danças, junto a danças maranhenses e tradicionais do sudeste brasileiro, com diversos mestres. Entrou na dança afro em 2006, no projeto Treme Terra, no Morro do Querosene, onde ficou por 6 anos, integrando o grupo de dança afro e percussão sob a direção coreográfica de Kelly Anjos e Firmino Pitanga , do qual pôde se apresentar em eventos e grandes teatros, como Galeria Olido, Parque da Juventude com Paralamas do Sucesso, Sesc Santo André, Centro Cultural da Juventude, Associação Cultural Cachuera, Black na Cena, Anhembi Morumbi, entre outros.

Paralelamente estudou e estuda algumas linhagens de danças de matriz africana como as do Oeste da África, movimentos dos Orixás, danças afro-brasileiras com linhagem contemporânea, com mestres africanos e escolas em São Paulo e Salvador. Em 2012 começou a dar aulas de dança afro no Ponto de Cultura Escola da Rua, pela Associação Cidade Escola Aprendiz, em seguida passou por outros espaços: Ominisciência, Espaço Francisco, Condomínio Cultural, Sesc Pompéia, entre alguns outros. No exterior, deu workshops em diversas cidades da Indonésia, Malásia, Singapura e Austrália. Desde 2010 atua como dançarina popular e em 2014, formou a Cia Cambora, grupo de dança afrobrasileira, do qual atua como dançarina e coreógrafa.