Danças Femininas, A Dança Da Natureza

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

Danças Femininas, A Dança Da Natureza
– dança oriental (por nós conhecida como dança do ventre) com resgate do sagrado
e influência diversas: cigana, afro, tribal, indiana, havaiana, brasileiras –

Data: Quartas-feiras
Horário: Das 20h45 às 22h15

Valores:

Plano
1x por Semana
Mensal
R$ 216
Trimestral
3 cheques de R$ 198 / mês
Aula Avulsa
R$ 70 (sem taxa de matrícula)
Matrícula
R$ 50

Os pagamentos de nossas atividades deverão ser feitas somente em dinheiro ou cheque.

Para realizar uma prática experimental gratuita, clique no botão abaixo:

Inscreva-se

Mais informações: luciana@lucianalambert.com.br

 

 Danças Femininas, A Dança Da Natureza

Aulas com Luciana Lambert

A dança, a alegria, a preservação da vida e a espiritualidade estão na essência do ser feminino. Há milênios A.C., em sociedades remotas, as mulheres já dançavam juntas. Se reuniam em rituais dançantes, em total liberdade e plenitude, para saudar e louvar a sua deusa e para captar a energia da natureza para suas vidas.
A sociedade contemporânea encontra-se carente do principio essencial feminino. Ligação e respeito à vida! Cuidar e preservar, priorizar o bem estar. O bem ser! Compartilhar o que é de todos. Entregar-se ao que é seu. Reverenciar e louvar o que é sagrado.

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

Danças Femininas nos religa, como a uma infinita teia, às nossas ancestrais, provocando um encontro com arquétipos femininos poderosos através do movimento próprio das mulheres. Provoca uma alegre e descontraída “JAM Session” de improvisação, experimentação e prática de movimentos essencialmente femininos, orgânicos, suaves e arredondados ou viscerais, numa proposta lúdica e envolvente, acompanhada por trilha sonora contagiante, proveniente de várias etnias e cuidadosamente selecionada. Danças Femininas resgata alegria, propicia soltura e descontração, permitindo que o movimento flua pelo corpo. Uma maneira criativa e leve para a mulher re-despertar o contato com o próprio corpo e encontrar um caminho para sua saúde física, emocional mental e espiritual. Uma maneira de melhorar a auto-estima e desenvolver a própria expressividade.

Danças Femininas, A Dança Da Natureza
Breve histórico
Única dançada exclusivamente por mulheres desde tempos imemoriais até a contemporaneidade, a “Raks El Shark”, literalmente “Dança do Leste”, ou “Dança Oriental”, aquela por nós conhecida como “Dança do Ventre”, não é originalmente uma dança de sedução!

Nascida há aproximadamente 7 mil anos A.C. nas mais antigas civilizações matriarcais, como a dos cretenses, babilônios, sumerianos, egípcios e hebreus, era praticada pelas mulheres das aldeias em rituais sagrados, nos cumes dos morros ou em clareiras nos bosques, voltadas para o Leste, onde nascem o Sol e a Lua, em honra à Deusa, a Grande Mãe, à Natureza e à fertilidade em todos os sentidos. Nesta época a mulher era divinizada e respeitada por seu poder de gerar a vida e manter a sobrevivência da espécie. A dança feminina matriz, eixo central deste trabalho, significa portanto uma expressão sagrada da identificação da mulher com seu poder interior e com seus ciclos de vida. Percorrendo os séculos em diferentes contextos sociais, cada vez mais opressores e patriarcais, foi posta a serviço do masculino como dança de sedução.

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

Sua expressividade, beleza e sensualidade femininas intrínsecas, ao lado do forte conteúdo simbólico arquetípico que carrega, representam hoje uma preciosidade a ser resgatada em sua profundidade pela mulher contemporânea, recentemente liberada para o mercado de trabalho e em situação ainda desigual, sobrecarregada pelos encargos domésticos, pressionada ao sucesso e à produtividade.

 

Metodologia
O que se pretende ao ensinar Danças Femininas é trabalhar na direção de liberar as tensões corporais e distribuí-las de forma harmônica pelo corpo – é desenvolver no corpo suas possibilidades latentes. Mais que isso, é aprimorar o movimento, conferindo-lhe beleza e prazer e bem estar a quem o pratica.

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

A prática oferece um trabalho corporal que visa a reestruturação postural e energética, e a construção do movimento consciente. Fundamenta-se no Método de Cadeias Musculares e Técnicas GDS (Godelieve Denys Struyf) cujos temas principais são o funcionamento harmonioso do corpo e o respeito à sua tipologia; e na ciência oriental milenar dos hindus, o YOGA, sobre o sistema energético do corpo: os chakras.

Os chakras são os centros energéticos do corpo vital. É por eles que a energia (prana da natureza – que circula por todos os meridianos) entra no corpo. Os meridianos constituem um sistema de circulação da energia, como as veias por onde corre o sangue constituem o nosso Sistema Circulatório, e já foram reconhecidos pela moderna ciência. “Chakra” literalmente significa roda ou disco giratório. De fato, esses centros de energia assemelham-se a rodas em movimento.

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

Portanto considerando a ativação de cada um dos sete principais chakras do corpo, novos padrões simples e acessíveis de movimento, provenientes de diferentes culturas populares antigas e prioritariamente femininos, serão oferecidos. Os ritmos para sua realização serão apropriados para o mesmo fim.

Assim abrimos possibilidades de novas e mais versáteis articulações de nossas alavancas ósseas, observamos um rico uso do espaço, abrindo também uma porta para a criatividade.

Com presteza e alegria a prática ativa a saúde, o feminino e as relações, consigo próprio e com o grupo, num trabalho não somente terapêutico, mas artístico, uma vez que a arte é uma necessidade essencial a todo ser humano.

 

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

DANÇA É AÇÃO DE AMOR E INTEGRAÇÃO CONSIGO PRÓPRIO!

  • Dança do Ventre, Oriental, Sagrada, Cigana, Havaiana, Afro, Indiana, Brasileira
  • Beleza, saúde e sensualidade
  • Modelagem do corpo
  • Tonificação muscular
  • Mais alegria e vitalidade em seu dia-a-dia
  • Resgate da espiritualidade feminina

No contato com a dança feminina original a mulher pode integrar sua sabedoria instintiva e alegria inerente!
Histórias da mitologia e arquétipos femininos abordados durante as aulas inspiram e trazem luz ao significado de cada ciclo vivenciado pelas mulheres: da menarca à fertilidade, da maternidade à menopausa, dando suporte a tantas difíceis transformações vivenciadas!

Danças Femininas, A Dança Da Natureza

LUCIANA LAMBERT – ÄMAR  – lucianalambert.com.br

Bailarina, coreógrafa, professora e pesquisadora da Dança Oriental e do feminino com 25 anos de atuação, Luciana Lambert tem contribuído para a renovação estética e conceitual da milenar arte da Dança do Ventre. Promove uma releitura, que interpreta com estilo próprio, atual.

Fundadora da primeira Cia. de Dança do Ventre do Brasil, o “Harém da Imaginação”, com larga atuação em eventos culturais, trabalho premiado em 2004 por seu pioneirismo e expressividade. Com repertório de danças inovadoras combinadas às tradicionais, a cia foi um constante laboratório da vanguarda na área.

Criada no metier da arte mineira, graduou-se em Dança Moderna em Belo Horizonte e começou sua vida profissional como membro do grupo Trans-Forma de dança moderna. Em São Paulo dedicou-se ao Ballet Clássico, Dança Moderna – “Martha Grahan” e Contemporânea. Discípula de Ivaldo Bertazzo e Klauss Vianna, assimilou métodos de reestruturação postural e construção do movimento consciente, especializando-se nestes métodos.

Dedicou-se intensamente à Dança do Ventre sob orientação das mestras Shahrazad e Samira Sâmia. Apresentou-se constantemente como bailarina da ”Banda Árabe Almaza”. Estudou os ritmos orientais e a dança Baladi com Hossam Hamzy, o estilo libanês da dança oriental com a bailarina Amani e a dança tribal em workshops com Sharon Kihara.
Apaixonada pelas danças étnicas, incorporou elementos do flamenco, das danças afro, indianas e brasileiras, além de influências das artes circenses, resultando um trabalho original. Introduziu na Dança Oriental o uso do fogo como elemento cênico, sendo essa uma marca exclusiva.

Professora no SESC SP por dez anos consecutivos e em espaços culturais da dança contemporânea paulistana, desenvolveu didática e metodologia próprias, contribuindo para a formação de muitas bailarinas que hoje atuam na Dança Oriental.

Desenvolve pesquisa sobre as origens, a história e a simbologia da Dança Feminina, estudando os vários aspectos que a envolvem. Faz uma analogia entre essa história e seus arquétipos com a psicologia da mulher e seus papéis sociais, estudo no qual é autodidata.

Dedica-se às mulheres e ao processo de transformação e cura das chagas femininas.
Hoje em seu estúdio, o Espaço Harém da Imaginação, desenvolve cursos de dança, rituais e círculos femininos; é idealizadora, produtora e diretora de seus projetos.