|
|
Curso Livre de Música
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Com o objetivo de transmitir aos alunos uma iniciação básica em música, esse curso terá a duração de três meses, com três aulas semanais: uma de Instrumento, uma de Teoria e Percepção Musical e uma de Canto Coral. Valor mensal: R$ 260,00 (Instrumento + Teoria + Coral) Duração do Curso: 3 meses (12 semanas) Carga Horária total: 48h (4h semanais) Data de início: 16 de Abril NOVA DATA! Inscrições e mais informações: musica@casajaya.com.br Descrição das atividades: Aulas individuais de instrumentos O aluno escolhe o instrumento que quer cursar e agenda com o professor um dia e horário para sua aula semanal, com horários flexíveis (manhã, tarde e noite). Opções de instrumentos: - Guitarra
- Baixo
- Teclado
- Violão
- Escaleta
- Violão 7 cordas
- Cavaquinho
- Violino
- Sitar
- Flauta
- Percussão
- Canto
- Bateria NOVIDADE!
- Violoncelo NOVIDADE!
Horários: De segunda à sexta das 8h30h às 11h30 e das 15h às 22h30 Início: 16/04 Teoria e Percepção Musical Essas aulas serão em grupo, com duas opções de turmas: uma à noite e uma de manhã. Embora seja voltado aos alunos matriculados no "Curso Livre de Música", existe a possibilidade de se inscrever somente neste curso, para pessoas que queiram apenas estudar Teoria e Percepção Musical. No segundo semestre, após o recesso de Julho, abriremos uma turma mais avançada para dar sequência ao curso. Horários: Turma Manhã - 5ªs feiras das 9h30 às 11h. Início em 19/04 Turma Noite - 5ªs feiras das 19h às 20h30. Início em 19/04 Valor: Para matriculados no Curso Livre de Música, está incluso na mensalidade. Para não matriculados: R$ 80,00 mensais. Canto Coral Essa atividade será opcional, servindo como complemento das aulas de Instrumentos e de Teoria e Percepção Musical. Terá um dia fixo na semana, na parte da noite. Também será aberta ao público em geral, com a ideia de formarmos um grupo para se apresentar no fim do semestre. Horários: 5ªs feiras das 21h às 22h30. Início em 19/04 Valor: Para matriculados no Curso Livre de Música, está incluso na mensalidade. Para não matriculados: R$ 80,00 mensais.
|
|
|
|
Encontro do Sagrado Feminino
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
Próximo Encontro: Em breve! Fique ligada!  O Encontro do Sagrado Feminino nasceu do princípio de ritualização cultural e da vontade mútua de reunirmos mulheres de todas as idades, culturas, gostos e costumes, para compartilhar em roda experiências diversas. Cada encontro é único e especial, pois convidamos todas as mulheres à participarem ativamente, trazendo ao grupo diferentes propostas de atividades para compor a programação do dia. O importante é fortalecermos essa grande roda de energia YIN! O propósito dessa grande celebração de mulheres reunidas é nos prepararmos, individual e coletivamente, para essa nova era onde "a beleza salvará o mundo". Meditar, bater-papo, cantar, fazer música, dançar, trocar informações, compartilhar, mantrar e reativar a força interior do sagrado feminino através de práticas diversas. Essas são algumas das atividades que já acontecem nos encontros. E para firmarmos a energia Yin*Yang, nas terças intercaladas acontece o Encontro de Estudos de Cantos Sagrados Indígenas: URUCÁ. Participe do Encontro do Sagrado Feminino e traga seu companheiro e amigos para somar na grande roda Sol & Lua do URUCÁ. Horário: Terças* das 21hs às 22h30 Contribuição Sugerida: R$5,00 *Encontros esporádicos. Acesse essa página para saber as próximas datas. Próximo Encontro: Dia 20 de Março de 2012 Próximo Encontro: Em breve mais informações. Contribuição Sugerida: R$5,00 
|
|
|
|
Cardápio Lanchonete Nectare
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
Lanches - Veg Burguer – Delicioso hamburguer caseiro de soja com alho poró servido em pão de hamburguer tradicional com gergilim, com creme jaya, alface e tomate. R$ 8,00
- Nectare Burguer – Hamburguer cuidadosamente preparado com grãos ricos como grão de bico, cevada, germem de trigo, aveia e um toque de damasco, servido com maionese de tomate seco, alface e tomate. R$ 12,00
- Sanduiche de Falafel – Tradicional lanche árabe de bolinhos de grão de bico com coentro e especiarias, servido com salada de tomate, cebola, alface, pepino, rabanete e salsa cobertos com molho de gergilim servido no pão sírio. R$ 12,00
Salgados – R$ 4,00 - Empada de palmito
- Pastel assado de abobora, shitake e brocolis
- Pastel de legumes variados
- Esfiha de soja
- Esfiha de calabreza vegetal com requeijão de soja
- Pastel de Vegarela
- Coxinha de palmito
- Kibe de abobora recheado com queijo de castanha
Outros - Sucos de polpa de frutas variadas – R$ 4,00
- Suco de Açaí – R$ 6,00
- Açaí na Tigela – R$ 12,00
- Bolos e Tortas – R$ 4,50
Nossa lanchonete reabriu sob nova direção! Venham degustar as novidades do cardápio.
A lanchonete do Nectare funciona das 15h30 às 21h30. O almoço agora tem novo horário: Das 11h30 às 15hs.
O nosso Happy Hour acontece todas as sextas-feiras, a partir das 18hs. Sempre com música ao vivo e delícias veganas. Aceitamos cartões de débito e VR.
|
|
|
|
Encontro do Sagrado Feminino no Sítio Bem-te-vi!
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Queridas Deusas, Convidamos vocês para receber a terceira Lua Cheia do ano de 2012, a lua de peixes, num encontro do Sagrado Feminino. Aproveitando, também, pra festejar o dia da Mulher. O evento será no Sábado, 10 de março, no Sítio Bem-te-vi, um espaço rodeado de natureza onde poderemos fazer trilhas e ter contato com a Mãe Terra e a sagrada Lua. Daremos começo às 17hs e fecharemos o encontro com uma roda de fogueira, cantos e danças. Quem quiser ficar até o dia seguinte traga sua barraca. Trabalharemos com Oráculos (Feminitude, Oráculo da Deusa, Osho e Tarot da Deusa Tríplice), Meditações e Oficinas de Criação. Para informações de como chegar e outras, entre em contato. Data: 10 de Março Horário: A partir das 17hs Local: Sítio Bem-te-vi. O que trazer: Alimentos para compartilhar (evitar carnes). Lembrando que perto do sítio não tem supermercados, só na cidade de Mogi. Instrumentos musicais (tambores e percussão) Cobertores Barraca (quem quiser ficar até o dia seguinte) Roupa de Banho (se tiver Sol, podemos tomar banho no lago!) O encontro é gratuito mas pedimos uma contribuição voluntária pra que eles possam continuar acontencendo. Por favor confirme sua presença! Queridas Deusas, Convidamos vocês para receber a terceira Lua Cheia do ano de 2012, a lua de peixes, num encontro do Sagrado Feminino. Aproveitando, também, pra festejar o dia da Mulher. O evento será no Sábado, 10 de março, no Sítio Bem-te-vi, um espaço rodeado de natureza onde poderemos fazer trilhas e ter contato com a Mãe Terra e a sagrada Lua. Daremos começo às 17hs e fecharemos o encontro com uma roda de fogueira, cantos e danças. Quem quiser ficar até o dia seguinte traga sua barraca. Trabalharemos com Oráculos (Feminitude, Oráculo da Deusa, Osho e Tarot da Deusa Tríplice), Meditações e Oficinas de Criação. São bem vindas outras propostas - envie sua proposta para nuevalunanuevavida@gmail.com Para informações de como chegar e outras, entre em contato: nuevalunanuevavida@gmail.com - (11) 6910-1613 (Vivo) Data: 10 de Março Horário: A partir das 17hs Local: Sítio Bem-te-vi (Mogi das Cruzes) Contribuição Voluntária O que trazer:
- Alimentos para compartilhar (evitar carnes). Lembrando que perto do sítio não tem supermercados, só na cidade de Mogi.
- Instrumentos musicais (tambores e percussão)
- Cobertores
- Barraca (quem quiser ficar até o dia seguinte)
- Roupa de Banho (se tiver Sol, podemos tomar banho no lago!)
O encontro é gratuito mas pedimos uma contribuição voluntária pra que eles possam continuar acontencendo. Por favor confirme sua presença! A partir do dia 20 de Março retornam os Encontros do Sagrado Feminino na Casa Jaya!
|
|
|
|
Curso de Dança Contemporânea para Adolescentes
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Curso de Dança Contemporânea para Adolescentes O curso de dança contemporânea é voltado para adolescentes entre 13 e 18 anos que tenham vontade de experimentar o movimento e a dança através da investigação do seu próprio corpo, de jogos coreográficos e da improvisação. Durante as aulas serão trabalhados movimentos de explosão e velocidade, como saltos, rolamentos e quedas. Todos são bem vindos nessa nova experiência!
Data: Terças-feiras* Horário: Das 15 às 16hs Novo Horário! Mensalidade: R$100,00 Professora: Aline Bonamin *Turma em formação. A atividade está aguardando um número mínimo de interessados para iniciar.
Inscreva-se sem custo inicial que entraremos em contato assim que a turma iniciar.
Para matricular-se ou realizar uma prática experimental, entre em contato pelo telefone (11) 2935-6987 ou clique no botão abaixo: 
|
|
|
|
Roda de Prosa Agroecológica
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Uma roda de boa prosa sobre agroecologia, uma ciência embasada numa nova consciência, baseada numa visão sistêmica do mundo e na empatia como forma de interagir com os outros seres, objetiva resgatar e restabelecer a relação humana com a natureza. Constatado os danos aos recursos naturais, aos serviços ambientais e também na qualidade dos alimentos, a agroecologia surge como potencial estratégia de uso do solo capaz de conciliar a produção de alimentos, a conservação dos recursos naturais, o desenvolvimento local e a autonomia e protagonismo das sociedades locais. Agroecologia para uma vida libertária. Horário: A partir das 20h30 Contribuição Voluntária
Encontros em toda primeira terça de cada mês
|
|
|
|
Hatha Yoga (Vinicius Santi)
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
Hatha Yoga (Vinicius Santi) Nova Turma em formação Inscreva-se! Uma prática forte e desafiodara, de maior exigência física.  Sobre o professor: Pratico Yoga desde 2003. Estive envolvido em projetos teatrais que se utilizavam das técnicas do Yoga para preparação do ator. Mantive um espaço de Yoga no interior da Bahia (Chapada Diamantina), com aulas também para a comunidade sertaneja. Ainda no interior da Bahia atuei em conjunto com uma clínica de Psicoterapia, e Quiropraxia, com dois profissionais comprometidos com a natureza, boa alimentação, e harmonia das relações. Yoga na terceira idade, para gestantes, crianças, e cadeirantes. Estive em isolamento nas montanhas do Vale do Paty por um ano para aprofundar as técnicas de Hatha Yoga em meio a natureza, podendo provar como a mente reage a falta de estímulos desnecessários, e a distância daquilo que julgava como importante. Estudo atualmente com: Pedro Kupfer (um dos idealizadores do Aliança do Yoga), órgão que estabelece padrões mínimos para formação de instrutores de Yoga; com João Soares, idealizador do Yoga com Histórias (para crianças); Experimento a um tempo uma relação afetiva com a música e construção de instrumentos musicais, e tenho incorporado o uso destes nas práticas de relaxamento. Experiências: - Administraçâo e mantenimento de um espaço de Hatha Yoga em Seabra, Chapada Diamantina, Bahia;
- Aulas de Hatha Yoga para pacientes de Quiropraxia, Dr. Ian Borges Rocha. Seabra, Chapada Diamantina, Bahia;
- Aulas de pranayama (exercícios respiratórios) durante 1 ano para uma pessoa em estado de paralisia das pernas. Seabra, Chapada Diamantina, Bahia;
- Aulas de Hatha Yoga para pacientes em tratamento psicoterapêutico: trabalho em parceria com Ana Flávia Brasil (Psicóloga, Psicoterapeuta, Acupuntura e Shiatsu). Seabra, Chapada Diamantina, Bahia;
- Um ano em situação de isolamento nas montanhas do Parque Nacional do Vale do Paty, Chapada Diamantina, para aprofundamento nas vivências do Yoga;
- Workshop de Yoga com Histórias com João Soares, para aulas de Yoga com crianças;
- Curso de Formação para Professores: Yoga com Histórias com João Soares;
- Aprofundamento em Hatha Yoga Clássico com Pedro Kupfer. 600 horas (em curso);
- Auto didata em Acro Yoga, praticante a dois anos e meio desta técnica e preparando-me para fazer o 1º curso de formação para professores em AcroYoga do Brasil.
 Horário: Terças e Quintas das 7h30 às 9hs Local: Sala Classe Etária: Jovens e Adultos Professor: Vinicius Santi
| Plano | 1x por Semana | 2x por Semana |
|---|
| Mensal | R$ 140,00 | R$ 200,00 |
|---|
| Trimestral | R$ 135,00 (cada mês) | R$ 190,00 (cada mês) |
|---|
| Aula Avulsa | R$ 35,00 |
|---|
| Matrícula | R$ 30,00 |
|---|
Para realizar uma prática experimental, entre em contato pelo telefone (11) 2935-6987 ou clique no botão abaixo: 
De acordo com a disponibilidade das vagas, retornaremos confirmando sua presença. Caso não receba nosso e-mail de confirmação em 24 horas, por gentileza entre em contato por telefone: (11) 2935-6987 Atenciosamente, Equipe Casa Jaya
|
|
|
|
Hatha Yoga (Nicole Lima)
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
Hatha Yoga (Nicole Lima) "A unidade da respiração, a consciência e os sentidos, seguida pela aniquilação de todos os conceitos: isso é o Yoga" (Maitrí Upanishad, VI:25) A prática é composta por exercícios respiratórios e meditativos através de posturas do corpo. A prática é uma possibilidade de experienciar o ser, essa totalidade corpo-mente, pelo auto-conhecimento. Yoga significa "união", união do corpo com todo universo. Sobre a professora: Nicole Lima tem formação pela Escola de Yóga Clássico. Estuda Comunicação e Artes do Corpo na PUCSP. Estuda Medicina Tradicional Chinesa. Terapeuta em Koho Shiatsu. Fez cursos em Hatha Yoga, Iyengar Yoga, Swásthya Yôga e Yoga para gestantes e Shantala.
Horário: Segundas e Quartas das 19hs às 20h30 Local: Sala Classe Etária: Jovens e Adultos Professora: Nicole Lima | Plano | 1x por Semana | 2x por Semana | | Mensal | R$ 100,00 | R$ 160,00 | | Trimestral | R$ 95,00 (cada mês) | R$ 150,00 (cada mês) | | Aula Avulsa | R$ 30,00 | | Matrícula | R$ 30,00 |
|---|
Para realizar uma prática experimental, entre em contato pelo telefone (11) 2935-6987 ou clique no botão abaixo: 
De acordo com a disponibilidade das vagas, retornaremos confirmando sua presença. Caso não receba nosso e-mail de confirmação em 24 horas, por gentileza entre em contato por telefone: (11) 2935-6987 Atenciosamente, Equipe Casa Jaya
|
|
|
|
Curso: Felicidade ou Bem Estar?
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
Novas datas! 
Felicidade ou Bem Estar? Fazendo de nossa mente uma aliada As pesquisas da psicologia moderna e da neuropsicologia comprovam que podemos modificar o funcionamento de nossa mente. É possível melhorar o desempenho de várias estruturas do cérebro, tendo como base a técnica milenar da Meditação. Com o cultivo da atitude adequada podemos desenvolver uma mente calma e poderosa que nos permite transformar nossos padrões de comportamento disfuncionais e estados emocionais como agressividade, irritação, ansiedade, desânimo, depressão, baixa autoestima, distração e a hiperatividade compulsiva. "Você não é a sua identidade, mas o criador dela. Não fique aprisionado ao que criou." Nos tempos atuais onde se busca de forma desenfreada a felicidade fora de nós, onde a infinidade de informações, terapias e crenças tornam difícil distinguir o que é fundamental. Este trabalho nos leva ao contato com nossa realidade básica e ao desenvolvimento da autoconfiança. É fácil observar como nossas mentes são inquietas, sempre pensando no passado, no futuro, tendendo para a hiperatividade e distrações e na busca frenética por novas satisfações. O cultivo de uma mente calma, controlada e límpida é possível e desejável para adquirirmos uma visão mais clara de nossos caminhos e valores. Com uma mente focada, momento a momento, podemos nos libertar da mente divagante e desenvolver nossas potencialidades. Datas: De 8 a 29 de fevereiro, quartas-feiras, das 20 às 22hs. Valor: R$ 160,00 (sendo 50% no ato da inscrição) Inscrições até 31 de fevereiro. Informações e inscrições com Rubens Maciel pelo email: Datas: De 07 a 28 de Março, quartas-feiras, das 20 às 22hs Valor: R$ 160,00 (sendo 50% no ato da inscrição) Inscrições até 05 de Março Informações e inscrições com Rubens Maciel pelo email: rubensmaciel@rubensmaciel.com.br
|
|
|
|
Curso para Formação de Professores de Yoga
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
O Curso será reformulado. Iniciaremos no 2° Semestre 
Curso para Formação de Professores de Yoga Este curso tem duração 18 módulos (os últimos 6 módulos são opcionais).
Ao final dos 12 primeiros meses este curso já habilitará o aluno como Instrutor de Hatha Yóga (recebendo esta certificação), ficando como opcional os outros 6 meses restantes para o aperfeiçoamento da titulação de Professor em Yóga Clássico (recebendo outra certificação).
O curso aborda os seguintes tópicos: - Teoria do Yoga
- Filosofia do Yoga
- Técnicas do Yoga
- Bio-Yoga
- Práticas Gerais
- Metodologia Científia Aplicada
Quem pode? Todos! Desde que queiram aprender um pouco mais sobre si mesmo e também, para aqueles que buscam na filosofia milenar Védica compartilhamento e sabedoria de como viver em harmonia nos três planos e nos três mundos.
Sem restrições de idade - nunca é cedo para começar e nunca é tarde para mudar! Carga horária: 270 horas/aula + trabalhos complementares e TCC Duração: 18 módulos (1 sábado por mês) + uma aula prática semanal Horário: das 8h30 às 18h30 Início: 03 de Março Carga Horária: Curso Básico - 12 Módulos: 180 horas/aula (120 horas de aulas + trabalhos complementares e TCC + aula prática semanal) Curso Completo - 18 Módulos: 270 horas/aula (180 horas de aulas + trabalhos complementares e TCC + aula prática semanal)
Horário: das 8h30 às 18h30 Início: 2° Semestre de 2012. Mais informações em breve.
Práticas Semanais: Para a conclusão do curso, é necessário que o aluno faça práticas semanais de Yoga com um instrutor qualificado.
A Casa Jaya oferece descontos especiais para práticas semanais para participantes do Curso de Formação:
Desconto de 40% para planos semestrais: 1x por semana - R$360 (valor válido para 6 meses de aula) 2x por semana - R$580 (valor válido para 6 meses de aula) Desconto de 25% para planos mensais: 1x por semana - R$75 (valor válido para 1 mês de aula) 2x por semana - R$120 (valor válido para 1 mês de aula) Caso as práticas sejam feitas em outro local, as mesmas devem ser comprovadas por um documento assinado pelo instrutor.
Investimento do Curso: R$ 340,00 Por módulo R$ 310,00 Pagamento com desconto (desconto válido até a data do módulo) Valores incluem as apostilas impressas a cada módulo e mais um DVD ao final do curso contendo os principais textos clássicos Hindus e outros materiais de apoio, além da certificação.
|
|
|
|
Núcleo das Crianças - Centro de Vivências Jabuticaba
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Núcleo das Crianças Cuidar do mundo, cuidar das crianças. Uma infância feliz em ambiente de amorosidade, encanto e alegria. A descoberta do mundo, do outro e de si em contato com a natureza. A descoberta da natureza em meio à cidade. Centro de Vivências Jabuticaba A proposta do Centro de Vivências é de funcionar no contra-turno escolar, ou seja, no período em que seu filho ou sua filha não estão na escola. Pretendemos oferecer aos pais que trabalham – e procuram uma alternativa às creches e babás – uma experiência repleta de possibilidades, que leva em conta as múltiplas dimensões de cada pessoa. Tornamo-nos humanos emocionalmente saudáveis em ambientes estáveis e seguros, onde possamos nos entregar sem preocupações às brincadeiras e à reinvenção do mundo na imaginação. Desejamos oferecer este tipo de ambiente. A Casa Jaya é um lugar que transpira paz, amorosidade e alegria, um oásis de celebração da vida e da natureza em meio à aridez urbana. Tem laguinho de peixes dourados, minhocário, horta e composteira. Tem comida saudável. É o tipo de lugar em que a gente gosta de estar – e de levar nossas crianças. Como no símbolo chinês do yin-yang, nossas atividades serão organizadas para oscilar entre expansão e recolhimento, catarse e introspecção, ordem e caos, disciplina e espontaneidade, silêncio e animação. O foco não será em aprender conteúdos definidos de antemão, visando um futuro a perder de vista, mas em uma oportunidade tão rara, nos dias de hoje, quanto preciosa: a experiência de viver a infância, apenas, no momento presente, com suas dores, cores e sabores. Idade: de 18 meses a 5 anos Horário: De segunda a sexta-feira, das 13 às 17hs Você pode optar por 3 a 5 vezes por semana (com valores proporcionais de mensalidade) Início das atividades: 01 de fevereiro de 2012 (50% de desconto na matrícula até 12 de janeiro) Entre em contato, agende uma entrevista e venha conversar pessoalmente. Ficaremos felizes de recebe-lo(a)! André - 9403-9797 Deise - 8252-2996 casaoito@gmail.com deisefariascosta@yahoo.com.br
|
|
|
|
Roda de Estudo de Xamanismo - Voo da Águia
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
Novidade: Vivências (não é necessário inscrever-se no curso)
16/05: Canções de Poder & Canto da Alma com Juhliana Terra
23/05 - Dança do Animal de Poder & Respiração Sagrada com Márcio Beija Flor
Horários: Das 19h30 às 22h30 Investimento (por vivência): R$30,00 Inscrições: Com Tuba (pessoalmente antes da prática) 
Roda de Estudos de Xamanismo - Voo da Águia Reconecte-se com o Sagrado Juntos vamos estudar e praticar a sabedoria das antigas tradições xamanicas, adaptadas ao mundo contemporâneo e ao atual estágio da alma humana. Buscaremos o “Espirito Essencial” que está dentro de nós mesmos, na natureza e em todos os seres, criando uma atmosfera sagrada que nos permite ir além do racional para obter maior equilíbrio físico, emocional, mental e espiritual. Vamos aprender uma nova forma de viver, compreendendo melhor a linguagem e a essência do xamanismo, estabelecendo comunicação com outros níveis de realidade a fim de obter conhecimento, poder pessoal, equilíbrio, saúde e encontrar nossa Medicina Pessoal e nossa Missão de vida. Duração:16 módulos (16 encontros semanais) Início: Dia 8 de Fevereiro de 2012 Datas e Horários: Quartas-feiras das 19h30 às 22h30 Valor: R$150,00 por mês Informações e Inscrições: (11) 7808-0052 - carlos.caruso27@gmail.com
|
|
|
|
Núcleo Terapêutico Casa Jaya
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Ativando a Energia para viver melhor Positivando a vida para ativar a Energia O núcleo terapêutico da Casa Jaya vem oferecer medicinas holísticas e alternativas para o público, aliando a urgência da população por práticas que tratem da saúde integral do ser humano com um espaço harmonioso, no qual a energia de cura possa ir além do consultório e se apresentar em diversos aspectos da vida além do corpo, no que diz respeito às nossas relações e necessidades culturais, ambientais, alimentares e sociais. Com um interessante leque de alternativas, o Núcleo Terapêutico da Casa Jaya disponibiliza variados tipos de serviços curadores, com terapeutas especialmente qualificados e horários flexíveis. Tudo visando que este importante trabalho de cura se realize, para a melhoria da saúde e bem estar do público jayano. O núcleo terapêutico da Casa Jaya vem oferecer medicinas holísticas e alternativas para o público, aliando a urgência da população por práticas que tratem da saúde integral do ser humano com um espaço harmonioso, no qual a energia de cura possa ir além do consultório e se apresentar em diversos aspectos da vida além do corpo, no que diz respeito às nossas relações e necessidades culturais, ambientais, alimentares e sociais. Com um interessante leque de alternativas, o Núcleo Terapêutico da Casa Jaya disponibiliza variados tipos de serviços curadores, com terapeutas especialmente qualificados e horários flexíveis. Tudo visando que este importante trabalho de cura se realize, para a melhoria da saúde e bem estar do público jayano. Venha experienciar um novo estado de ser. Terapias Disponíveis: O convite para a cura está feito, basta solicitar nosso serviço. Paz, Amor e Luz a todos.
|
|
|
|
Capoeira Angola
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
Novo Horário! 
Dias: Terças e Quintas Horário: das 16h30 às 18h30 Novo Horário!
Valor: 2x por semana - mensal R$60,00 1x por semana - mensal R$ 40,00 Para matricular-se ou realizar uma prática experimental, entre em contato pelo telefone (11) 2935-6987 ou clique no botão abaixo: 
|
|
|
|
Curso de Ator Performer
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

“O processo criativo do ator em uma abordagem corporal e autoral, para identificar e potencializar o que cada um tem de mais expressivo e único” Serão abordados: • Treinamento intensivo de técnicas corporais (Mímica e Teatro Fisico) como forma de ampliar, limpar e organizar o movimento de cada ator, incluindo a voz e a palavra; • Desconstrução de gestos cotidianos e padrões fixos de movimento, para afirmar gestos expressivos e autênticos; • Treinamento do corpo emocional, integrando técnica, vida e uma relação orgânica e autêntica com o público; • Introdução ao conceito de Dramaturgia para atores-criadores; • Seleção de textos e/ou criação de textos próprios; • Dramaturgia do corpo: partituras de ação, coreografias, relação com o espaço; • Criação de matrizes cênicas pessoais (cenas ou quadros) com origem nos desejos, histórias, inquietações, urgências e necessidades identificados por cada participante, que vai elaborando sua própria dramaturgia: uma Dramaturgia do Desejo. Este trabalho tem inspiração na Filosofia Contemporânea de Afirmação da Vida, e busca uma aplicação prática de conceitos encontrados em Nietzsche, Spinoza, Bergson e Deleuze, entre outros, provenientes do nosso encontro o filósofo Luiz Fuganti e com a Escola Nômade de Filosofia. Metodologia: • Despertar - aquecimento para ativação das energias de movimento do corpo-pensamento. • Enraizar - estabelecer base de sustentação: o contato com o chão e com a gravidade. • Expandir - a relação com o espaço e com o grupo. Dilatar o corpo e o espaço que ele ocupa. Os vetores de força e a projeção nas várias direções do espaço. Pensar em movimento. • Irradiar - Projetar a energia corporal/emocional para o espaço exterior, para o outro, para o mundo, numa expressão poética pessoal e autêntica. Assumir a autoria da expressão. • Transformar - a partir da afirmação alegre do corpo-pensamento em expressão, entrar em fluxo, afetar e ser afetado, criando relações inéditas e potencializadoras. Em seguida, refletir e analisar os efeitos da expressão, para organizar e lapidar uma dramaturgia integrada, viva e orgânica. . Início: 05 de Setembro Duração: 3 meses Datas: Segundas-feiras Horários: 19h30 às 22h30 Valor: R$ 290,00 mensais Inscrições: silvana@silvanaabreu.com Público Alvo: Atores, clowns, bailarinos, performers e estudantes destas áreas, a partir de 15 anos
Mais Informações: www.silvanaabreu.com
|
|
|
|
Oficina "O Clown Dentro de Mim?!"
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
Retorno das atividades em 2012: Dia 05 de Março 
O Curso A oficina é uma introdução a linguagem poética do clown (palhaço). Tem como objetivo fazer com que cada aluno encontre um clown dentro de si. Nessa jornada o aluno entra em contato com o seu lado infantil e ridículo e descobre sua maneira particular de fazer o público rir. O curso direciona-se para atores, performers ou curiosos de um modo geral. Através de jogos, exercícios e improvisações o aluno aprende como a menor máscara do mundo (o nariz vermelho) se relaciona com o público e com a vida. A Técnica O clown é uma figura desastrada, que vive de imprevistos. Não faz o público rir quando vem ao palco para mostrar que canta muito bem uma canção, mas quando, acidentalmente, demonstra que não consegue cantá-la. Através da falha o clown se revela inteiramente humano. O público se diverte e ri quando sensibiliza com a tragédia humana de um clown. Não há uma fórmula para clowns, cada ator descobre sua maneira única de fazer o público rir. O contato com a platéia é fundamental nesta linguagem, já que a reação desta influencia diretamente o número apresentado. O nariz vermelho revela e ressalta no ator suas fraquezas, tragédias e seu lado ridículo.
Inscrições: (11)6185 2848 oficinaoclowndentrodemim@gmail.com Turma 1 Início: 05/03 Datas e Horários: Segundas-feiras das 19 às 22hs Duração: 3 meses Valor: R$ 200 (mensais) Facilitadora: Joana Barbosa Vagas limitadas!
|
|
|
|
Happy Hour - Programação Mensal
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
04/05 - Especial Festa do Pífano 
A Casa Jaya convida para uma viagem cultural pelo universo da música nordestina. Com a regência do músico e educador Luciano do Pífano, vivenciaremos uma experiência única onde todos conhecerão um pouco sobre o Pife, desde sua história, até a confecção. 18hs: Oficina "Balaio de Pife" - Aula expositiva sobre o pífano, desde sua construção à execução. Todos aprenderão a confeccionar um pife e o levará para casa.Contribuição sugerida: R$10. 20hs: Quando todos estiverem com seus Pifes em mãos, formaremos uma "Banda de Pífanos" para trazer um pouco da alegria do Nordeste para as terras paulistanas.Contribuição voluintária "ao chapéu".
11/05 - Jardim de Mandalas 
Nesta sexta no Happy Hour teremos duas atividades para trazer novos ares para a Casa Jaya. A abertura da exposição "Expressões da Vida", de Bruno Ananda está marcada para às 18h. O artista estará presente recebendo os convidados e mostrando seu trabalho, auto-definido como "desenhos Abstratos Orgânicos", uma "concretização livre do subconsciente". Às 20h começará a apresentação "Jardim de Mandalas", com Andryeshua. O músico Multi-instrumentista possui um trabalho diferenciado repleto de cores e sabores. Nessa ocasião contará com as participações especiais de Yacamim, Dupla Caipira de Reggae, Palhaço Pi-Wii Abaixaqui e de quem mais quiser participar.
18/05 Reggae Hour - Semana Amor a Marley 
Em breve divulgaremos o restante da programação de Maio
|
|
|
|
Mês do Xingu: Programa de Índio - 10 de Agosto
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|
AGOSTO: ‘Mês do Xingu’ “Programa de Índio”: Pajelança com etnias convidadas
QUARTA: 10 de Agosto – Etnia KALAPALO É com imensa alegria e profunda gratidão que recebemos a família Kalapalo para compartilhar a sua cultura. Saiba mais sobre a etnia Kalapalo:
Onde estão? MT Quantos são? 385 (Ipeax, 2011) Família Linguística: Karib INTRODUÇÃO A vida social nas aldeias kalapalo – um dos quatro grupos de língua Karib que habita a região do Alto Xingu, englobada pelo Parque Indígena do Xingu – varia de acordo com as estações do ano. Na estação seca, que se estende de maio a setembro, a comida é abundante e é tempo de realizar rituais públicos, que costumam contar com muita música e a participação de membros de outras aldeias. Na estação chuvosa, a comida torna-se escassa e a aldeia fecha-se nas relações entre as casas e os parentes. No contexto multiétnico do Parque Indígena do Xingu , os Kalapalo têm se destacado por uma participação ativa na vigilância de seus limites, evitando a invasão de fazendeiros vizinhos. LÍNGUA Os Kalapalo e três outros grupos do Alto Xingu – Kuikuro, Matipu e Nahukuá – falam dialetos de uma língua que pertence ao ramo da Guiana Meridional da família lingüística Karib. Seus parentes lingüísticos mais próximos são os Ye'cuana (ou Makiritare) e os Hixkaryana. Os primeiros encontram-se no sul da Venezuela e no norte de Roraima, enquanto os últimos estão na região das Guianas que fica no norte do Pará. HISTÓRICO DO CONTATO Algumas semelhanças entre mitos kalapalo e ye´cuana sugerem que os ancestrais dos Karib xinguanos deixaram a região das Guianas em tempos recentes, certamente depois de contatos com espanhóis, intensificados na região durante a segunda metade do século XVIII. No entanto, parece haver, do ponto de vista cultural, pouco em comum entre os Kalapalo e os povos karib setentrionais, sendo difícil distinguir qualquer característica propriamente "Karib" nos aspectos de seu modo de vida e visão de mundo. Permanece incerto quando o grupo conhecido como Kalapalo foi contatado por estranhos pela primeira vez. Indivíduos identificados à aldeia que portava este nome foram medidos pelo antropólogo alemão Hermann Meyer durante um estudo antropométrico dos povos do Alto Xingu, realizado no final do século XIX. Em 1920, o Major Ramiro Noronha, da Comissão Rondon, realizou pesquisas na região do Rio Kuluene e fez a primeira visita registrada às aldeias dos Kalapalo, Kuikuro e Anagafïtï (Naravute, na literatura). Os últimos, particularmente, sofreriam as conseqüências dessa visita, que suscitou a primeira de uma série de epidemias que destruiu a integridade de sua comunidade. O nome Kalapalo, inicialmente atribuído ao grupo por não-índios, tem como referência uma aldeia com esse nome abandonada provavelmente há menos de cem anos. Naquele tempo, pessoas mudaram de Kalapalo para um sítio vizinho chamado Kwapïgï, que, por sua vez, foi sucedido pela aldeia Kanugijafïtï, abandonada em 1961. Todos esses sítios estão localizados a cerca de meio dia de caminhada na direção leste do Kuluene, ao sul da confluência com o Rio Tanguro. Os últimos remanescentes de um grupo Karib importante, chamado Anagafïtï, juntaram-se aos habitantes de Kanugijafïtï depois da epidemia de gripe na década de 1940 e, naquele momento, havia Kuikuro, Mehinako, Kamayurá e Waujá vivendo entre os Kalapalo. O que chamamos hoje de "Kalapalo" é, então, uma comunidade composta de uma gente cujos ancestrais foram associados a diferentes comunidades, com uma maioria oriunda ou descendente de pessoas que viveram em Kanugijafïtï. LOCALIZAÇÃO Atualmente, os Kalapalo vivem em duas aldeias, uma delas denominada Aiha (que significa algo "acabado", "pronto"), localizada a sudeste do Rio Kuluene, e outra chamada Tanguro, nas margens do Rio Kuluene e próxima ao limite do Parque do Xingu. Além dessas aldeias, alguns Kalapalo vivem nos Postos Indígenas de Vigilância (PIV) Tanguro e Kuluene. O PIV Tanguro localiza-se nas margens do rio de mesmo nome, no limite do Parque, e o PIV Kuluene nas margens desse rio, também no limite. As antigas aldeias kalapalo localizavam-se mais ao sul, em ambas as margens do Rio Kuluene. Os Kalapalo mudaram-se com relutância para a sua localização recente, depois que, em 1961, foram formalmente estabelecidas as fronteiras do Parque Indígena do Xingu e outros grupos foram encorajados a se mover para as proximidades do Posto Leonardo, de maneira a controlar o contato com estranhos e a obter ajuda médica em caso de epidemias. Ainda assim, constantemente retornam ao seu território tradicional para colher pequi nas formações arbustivas encontradas em torno das velhas aldeias, ou para procurar caramujos para confeccionar ornamentos de conchas (uma especialidade deste grupo), pescando e fazendo roças de mandioca, batata doce e algodão em vários lugares no curso do Rio Kuluene. POPULAÇÃO Devido a surtos de sarampo e gripe ao longo do século XX, a população dos Kalapalo diminuiu significativamente, começando a se recompor novamente só na década de 1970. Se em 1968 sua população era de 110 pessoas vivendo em seis casas, em 1982, esta havia crescido para 185 pessoas vivendo em 13 casas. Em 1999, a população das aldeias kalapalos foi estimada em aproximadamente 362 pessoas e, em 2002, esse número chegou a 417, segundo dados da Unifesp (universidade Federal de São Paulo). A atual população kalapalo inclui descendentes de um grupo Karib importante, chamado Anagahïtï, que se uniram a eles depois de uma epidemia de gripe ocorrida na década de 1940. Também vivem nas aldeias pessoas das etnias Kuikuro, Matipu, Nahukuá, Mehinako, Kamayurá e Waurá, em razão de casamentos. ORGANIZAÇÃO SOCIAL A organização social kalapalo é extremamente flexível, com uma variação considerável na identificação de indivíduos a grupos específicos. Os Kalapalo costumam ter algumas opções para conformar grupos, porém suas escolhas são mais dependentes das relações pessoais entre indivíduos do que do pertencimento a um clã, filiação religiosa ou direitos e obrigações para com os ancestrais. O seu sistema de terminologia de relações parece acomodar essa flexibilidade e fornecer um meio para nomear precisamente a relação entre indivíduos em um sentido ao mesmo tempo social e emocional. Tanto a aldeia como a casa servem de parâmetro para a realização de atividades econômicas e cerimoniais. Assim, os habitantes de cada aldeia limpam a terra para as roças de mandioca, colhem a cana-de-açúcar, coletam frutas silvestres e outros vegetais, além de explorar recursos dos lagos e riachos da região. Integrantes de outras etnias não exploram o território, a menos que estejam vivendo ali temporariamente e tenham sido explicitamente convidados para tanto. Do mesmo modo, integrantes de um grupo doméstico devem distribuir a comida entre si. Embora todo adulto seja responsável pelo suprimento contínuo de comida, um Kalapalo tem garantia da partilha mesmo quando não pode contribuir. No entanto, a obrigação de compartilhar não inclui os membros das outras casas, sendo considerado falta de polidez explorar a boa vontade de pessoas de outros grupos. Apesar dessa forma corporativa de organização, o pertencimento a aldeias e casas muda de tempos em tempos e há um movimento ocasional de algumas pessoas de um grupo para outro. ÉTICA E COMPORTAMENTO É central para a vida social um ideal de comportamento chamado ifutisu, que remete a um conjunto de argumentos éticos pelos quais os Kalapalo distinguem os povos do Alto Xingu de todos os outros seres humanos. Em um sentido mais geral, ifutisu pode ser definido como uma ausência de agressividade pública - por exemplo, ser habilidoso para falar em público e não provocar situações que causem desconforto aos outros – e pela prática da generosidade – como a hospitalidade e a predisposição para doar ou partilhar posses materiais. Os Kalapalo acreditam que a viabilidade da sociedade depende do cumprimento desse ideal. Em graus variados, esse conceito se estende para todas as áreas da vida social, sendo aplicado para relações entre grupos locais, consangüíneos, afins, homens e mulheres, e mesmo entre humanos e não-humanos. A demonstração do comportamento ifutisu também confere prestígio e, portanto, é importante na distribuição do poder político. Esse ideal é manifesto em um complexo singular de comportamentos e concepções que os Kalapalo afirmam ser distinto do de seus vizinhos tradicionais. Antes do estabelecimento das fronteiras do Parque e do contato permanente com os brasileiros, povos indígenas agressivos rodeavam a bacia do Xingu e ocasionalmente confrontavam-se com os grupos locais. Relações entre os Kalapalo e alguns desses grupos – especialmente os Jaguma, que viviam ao leste do rio Tanguru (tributário do Alto Kuluene) – eram ocasionalmente amigáveis, porém mais freqüentemente conflituosas. Os Kalapalo chamam esses povos e, de modo geral, quaisquer índios que não fazem parte da sociedade alto-xinguana, anikogo, "gente feroz" (de aniko, comportamento "feroz" ou "selvagem"). Essa categoria de "seres humanos" é concebida primariamente em termos de um tipo de comportamento rotulado como itsotu, que se refere à raiva e à violência. O comportamento itsotu é geralmente contrastado explicitamente com o comportamento pacífico e generoso, ifutisu, que é, para os Kalapalo, uma característica importante e distintiva da categoria "gente da sociedade do Alto Xingu" (kuge, ser humano). O segundo meio importante pelo qual os Kalapalo distinguem os kuge de outros seres humanos é um conjunto de práticas alimentares que refletem o comportamento ifutisu. O aspecto mais significativo disso é um sistema em que as "coisas viventes" (ago) são classificadas de acordo com um critério de comestibilidade. Os Kalapalo geralmente rejeitam animais terrestres "peludos", que eles chamam de nene, e comem aqueles que eles chamam de kana, criaturas aquáticas (especialmente os peixes). Além desse princípio geral, há restrições específicas para pessoas em situações de crise de vida, particularmente os adolescentes. A importância desse sistema alimentar é reforçada pela idéia kalapalo de que a aparência física é uma marca dos sentimentos internos; assim, a beleza física, acompanhada pela obediência a restrições alimentares e práticas médicas, é um sinal de beleza moral. Nos mitos kalapalo, meninas e meninos na puberdade freqüentemente encenam papéis de perfeição moral que contrastam com o mau comportamento de suas relações adultas. PAPÉIS SEXUAIS Há uma distinção cultural fundamental na vida kalapalo entre homens e mulheres. Essa oposição se dá tanto no plano das relações psicológicas, sociais e econômicas, como também se manifesta na configuração espacial da aldeia, na gestão dos assuntos internos da casa e, mais dramaticamente, na vida ritual da comunidade. No centro de toda aldeia alto-xinguana, costuma haver uma construção (designada kwakutu pelos Kalapalo) em que são guardadas flautas que os Kalapalo chamam de kagutu, as quais são tocadas exclusivamente pelos homens. As mulheres não podem nem olhá-las, pois poderiam ser estupradas. O kwakutu serve de armazém para guardar os apetrechos utilizados pelos homens em performances rituais e, sobretudo, é o lugar onde os homens se juntam para trabalhar, para fofocar, para pintarem-se uns aos outros antes das cerimônias e para receber pagamentos em ocasião de performances cerimoniais. A presença de kagutu impede a entrada das mulheres no kwakutu e ao mesmo tempo leva os Kalapalo a pensar a praça como "posse dos homens". Espacialmente, a aldeia é concebida em termos de uma oposição entre a praça masculina, esfera da atividade pública, e o círculo das casas, espaço feminino, esfera da atividade doméstica. Embora sejam os instrumentos proibidos às mulheres, a linguagem usada pelos Kalapalo para falar sobre as flautas kagutu é caracterizada por metáforas de sexualidade feminina. Mitologicamente, as flautas são descritas como fêmeas. Descobertas em uma rede para peixes junto a uma flauta menor chamada kuluta e outro instrumento chamado meneuga, não mais fabricado, kagutu é designada como a "irmã mais nova". Sua forma e aparência são semelhantes às do órgão sexual feminino: sua boca é chamada de vagina (igïdï) e quando são guardadas no alto das vigas, durante períodos em que não são tocadas, diz-se que estão "menstruando". Além disso, muitas das canções acompanhadas por kagutu são femininas, inventadas por mulheres no passado e, em outras ocasiões, cantadas por mulheres no presente (mas elas não podem cantar enquanto as flautas estão sendo tocadas). Tais canções refletem claramente um ponto de vista feminino, pois se referem a tabus alimentares que as mulheres devem seguir quando suas crianças estão doentes, às relações com seus amantes e maridos, bem como a rivalidades femininas. Já no ritual feminino conhecido como Yamurikumalu - semelhante ao kagutu em muitos aspectos –, mulheres decoradas com ornamentos de penas e chocalhos nos tornozelos, que normalmente são usados por homens, entoam canções nas quais se referem à sexualidade masculina. Há vários tipos diferentes de canções, algumas mencionam os eventos de origem dessa cerimônia, muitas reproduzem a estrutura das performances masculinas com as flautas kagutu, e outras simulam explicitamente a sexualidade agressiva dos homens diante de certas mulheres. A origem mitológica do Yamurikumalu descreve como as inventoras originais da música adquiriram pela primeira vez o pênis, a destreza para atrair outras mulheres e a habilidade para controlar o poder sobrenatural por meio da aplicação de várias substâncias masculinas em seus corpos. Essas "mulheres monstruosas", como são designadas, transformaram-se em seres poderosos que, depois de rejeitar seus papéis femininos (sedutoras de homens, provedoras, guardiãs e pagens de crianças), tocam as flautas proibidas, caçam e pescam como homens e, geralmente, exibem emoções e vocações que são masculinas. Os atributos sexuais aos quais se refere esse ritual são aqueles considerados repelentes e perigosos para pessoas do sexo oposto. Para os homens, são esses os órgãos femininos insaciáveis e seus processos menstruais misteriosos e temerosos (inclusive, as mulheres seguem vários tabus menstruais, incluindo a evitação da carne de peixe e a preparação de alimentos cozidos.) Para as mulheres, perigos masculinos estão presentes na forma de uma substância seminal potencialmente perigosa (a quantidade excessiva de sêmen advinda de um grande número de homens pode apodrecer no interior de uma mulher e torná-la seriamente doente, pois não é possível aglutiná-la para formar uma criança), e, ainda pior, a sexualidade agressiva masculina é uma ameaça que pode se transformar em estupro. Assim, nos rituais, representantes de cada gênero encenam as qualidades perigosas de um modelo imaginado de sexualidade do sexo oposto, que incluem sentimentos sexuais incontroláveis, substâncias sexuais venenosas e sentimentos que emergem no curso da vida social (ciúme, modéstia excessiva, medo do sexo oposto, paixões absurdas). MÚSICA E RITUAIS Tanto no Yamurikumalu como no Kagutu, é sobretudo pela música que se enfatizam as diferenças e os antagonismos entre os sexos, mas, ao mesmo tempo, a música promove uma comunicação entre os que tocam e os que escutam (que devem ser do sexo oposto), promovendo uma situação de controle sobre esses poderes perigosos. Assim, na mitologia kalapalo, a música é tratada como ao mesmo tempo manifestação de metamorfoses agressivas de seres perigosos (itseke) e como um meio acessível a pessoas para o controle dessas forças.Dessa forma, os Kalapalo usam a música ritualmente como meio de comunicação entre domínios que eles definem como absolutamente separados ou entre categorias desiguais de seres: homens e mulheres, seres humanos e seres poderosos, adultos e crianças pequenas. Essa comunicação é feita não tanto pelo estabelecimento de um clima de solidariedade, mas principalmente para mostrar aos ouvintes o poder desses seres, assim como para usar os poderes dos ouvintes para desarmá-los temporariamente. O uso ritual mais importante da música ocorre em eventos coletivos públicos que duram semanas ou meses durante o período da estação seca (isoa-), compreendido entre maio e setembro. Quando principia essa estação, os Kalapalo ocupam-se intensamente em esforços coletivos complexos que envolvem ao mesmo tempo performances musicais e atividades econômicas. ATIVIDADES ECONÔMICAS E RITUAIS Paralelamente, enquanto se dão as execuções musicais, outros eventos têm lugar, envolvendo sobretudo atividades econômicas. A comunidade (chamada sandagi, "seguidores") é conduzida por oficiais rituais com atribuições hereditárias e especializadas conhecidos coletivamente como aneta~u, “líderes”, que planejam, organizam e gerenciam, o processo ritual. Praticamente metade da população da aldeia recebe essa designação, incluindo pessoas de ambos os sexos e de todas as idades, mas somente conserva de modo consistente esse ofício o mais velho e mais experiente. Tarefas menores são comumente confiadas aos aneta~u mais jovens nos eventos mais complexos, que demandam mais que dois ou três organizadores. No caso dos rituais Egitsu, quando cerca de cinco outras aldeias são convidadas, a cada uma delas é confiado um líder que serve de mensageiro (t~iñ~i) e que se torna responsável pelo bem-estar de seus convidados. Esse líder espera, não obstante, pagamento (tais como ornamentos feitos de conchas ou vasos de cerâmica waujá) por parte do grupo visitante em questão. Em um contexto de encenação de papéis, esses líderes são referidos como taiyope ("associados com conversação") ou tagioto ("mestres da conversação"). Como planejadores, tais oficiais do ritual programam e coordenam séries inteiras de trabalhos: limpar os espaços da aldeia, especialmente a praça central, o caminho de entrada principal e o atalho que conduz ao lugar do banho; organizar as atividades de coleta, processamento e distribuição da comida que é revertida em pagamento para os participantes, ou mesmo destinada a alimentar os convidados em um momento posterior; coletar matérias-primas como urucum, cera, conchas e palmeira de buriti para fazer adornos. Essas atividades dependem de tarefas específicas associadas ao envio de convites para outras aldeias e à preparação dos acampamentos fora da aldeia para abrigar os convidados. Em contextos rituais, portanto, a programação e coordenação do trabalho envolvem relações entre líderes e seguidores. Já nas atividades cotidianas, a sociedade kalapalo tende a ser organizada em torno de grupos domésticos e redes flexíveis de parentes cognáticos e afins. Na medida em que a vida ritual kalapalo toma tanto tempo e envolve relações produtivas mais complexas, ela não deve ser pensada como oposta à rotina e sim como um modo de vida complementar àquele verificado na estação chuvosa não-ritual. Dessa maneira, a estrutura social é ordenada de acordo com as estações, de forma que no período de chuva contínua e pesada a comida é escassa e a performance pública é quase impossível, e, na seca duradoura, a comida é abundante e variada, sendo as condições ambientais perfeitas para os cerimoniais intra e intercomunitários. RITUAIS INTRA E INTERCOMUNITÁRIOS Os Kalapalo classificam seus rituais públicos em dois tipos gerais:egitsu e undufe. O termo egitsu se refere a eventos que envolvem a participação de convidados de outras aldeias alto-xinguanas. Estão incluídos nessa categoria o Egitsu propriamente dito, que celebra a figura de líderes hereditários (aneta~u) mortos; oIpoñe, ou ritual masculino de perfuração dos lábios; oYamurikumalu das mulheres e os Kagutu dos homens; oKatugakugu, que designa um objeto feito com seiva da mangabeira e envolve o jogo de bola; Tawkaga, que é composto com instrumentos do mesmo nome; finalmente, o Ifagaka, cerimônia do jogo de dardos. Todos esses eventos envolvem a execução repetida de música na comunidade anfitriã durante um longo período, anterior à performance na qual participam os visitantes. Além disso, devido ao fato de os Egitsu envolverem competição atlética entre convidados e anfitriões, por alguns meses antes da chegada dos convidados os anfitriões devem aprimorar suas habilidades (e os convidados devem fazer o mesmo em suas próprios aldeias). Em linhas gerais, lutar parece ser um modo de diminuir temporalmente, e de modo simbólico, a distância social entre pessoas de aldeias diferentes. Entre os rituais chamados undufe, estão as performances que incluem apenas os membros de uma aldeia particular. Esses rituais incluem os kana undufegi, "undufe dos peixes"; os Eke undefegï, “undufe das cobras”; Fugey oto, ou "ritual do mestre dos arcos"; Agë, o “ritual da mandioca” realizado no momento da colheita, quando as Plêiades tornam-se visíveis; Afugagï; e outros que envolvem a manufatura e o uso de máscaras associadas aositseke, "donos" da música: Kafugukuegï (“ritual do macaco bugio”); Afasa (“ritual canibal da floresta”); Zhakwikatu, Kwambï ePiju (“seres aquáticos poderosos”); e Atugua (“undufe do redemoinho”). Fontes de informação Fonte: http://pib.socioambiental.org/ BASSO, Ellen B. La biografía de los Kalapalo como historia. In: --------; SHERZER, Joel (Coords.). Las culturas nativas latinoamericanas a traves de su discurso. Quito : Abya-Yala ; Roma : MLAL, 1990. p. 17-46. (Colección 500 Años, 24). --------. A história na mitologia : uma experiência dos Avoengos Calapalos com europeus. In: COELHO, Vera Penteado (Org.). Karl von den Steinen : um século de antropologia no Xingu. São Paulo : Edusp/Fapesp, 1993. p.311-46. --------. A husband for his daughter, a wife for her son : strategies for selecting a set of in-laws among the Kalapalo. In: KENSINGER, Kenneth M. (ed.). Marriage practices in lowland South America. Urbana : University of Illinois Press, 1984. p. 33-44. --------. Kalapalo biography : psychology and language in a South american oral history. American Anthropologist, Lancaster : American Anthropological Association, n. 91, p.551-69, 1989. --------. The Kalapalo indians of Central Brasil. New York : Holt, Rinehart and Winston, 1973. --------. A Kalapalo testimonial. L’Homme, Paris : École des Hautes Études en Sciences Soc., v. 33, n. 126/128, p. 379-407, abr./dez. 1993. --------. A musical view of the universe : Kalapalo myth and ritual performances. Filadélfia : Univ. of Pennsylvania Press, 1985. 359 p. --------. O que podemos aprender do discurso Kalapalo sobre a “história Kalapalo”? In: FRANCHETTO, Bruna; HECKENBERGER, Michael (Orgs.). Os povos do Alto Xingu : história e cultura. Rio de Janeiro : UFRJ, 2001. p.293-307. --------. The use of portuguese relationship terms in Kalapalo (Xingu Carib) enconunters : changes in a central Brazilian communication network. Language and Society, n.2, 1973. --------. Xingu Carib kinship terminology and marriage : another view. Southwestern Journal of Ant., Albuquerque : Univ. of New Mexico, v.26, n.4, p.402-16, 1970. GALVÃO, Eduardo. Diários do Xingu (1947-1967). In: GONÇALVES, Marco Antônio Teixeira (Org.). Diários de campo de Eduardo Galvão : Tenetehara, Kaioa e índios do Xingu. Rio de Janeiro : UFRJ, 1996. p. 249-381. HIEATT, Marcela Stockler Coelho de Souza. Faces da afinidade : um estudo do parentesco na etnografia xinguana. Rio de Janeiro : UFRJ-Museu Nacional, 1992. 154 p. (Dissertação de Mestrado) VILLAS BÔAS, Orlando. Encontro com os Kalapalo. In: --------. A vida de Orlando Villas Bôas : depoimento. Rio de Janeiro : Editora Rio, s.d.. p.29-34. WÜRKER, Estela (Org.). A saúde da nossa comunidade : povos Matipu, Kalapalo e Nahukua - Livro de Ciências-Saúde. São Paulo : ISA, 1999. 38 p.
|
|
|
|
Agosto: Mês do Xingu na Casa Jaya
|
|
Publicado em: Casa Jaya
|
|

Que todos os homens e mulheres caminhem em unidade e harmonia com todas as criaturas. Conheçam e vivam a Verdade, sejam seres plenos, realizados e protetores da Terra. Em reconhecimento e reverência à sabedoria e à vida que existe em Tudo. O Projeto O "Mês do Xingu" é um projeto desenvolvido pela Casa Jaya, a partir da necessidade de alertar mais pessoas a situação atual que os povos que dependem do Xingu estão passando, devido ao projeto de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu - floresta amazônica - no estado do Pará. Através da programação que propõe discussões sobre Belo Monte e o Novo Código Florestal, vivências com índios de diversas etnias, oficinas, exposição de arte indígena, shows, festival multiétnico e entre outros. O objetivo é reunir cada vez mais pessoas que desejam colaborar como puderem para o cancelamento do projeto Belo Monte & proteção da Floresta e Bacia Amazônica. Esse é o chamado para reforçar os elos da grande rede de pessoas que desejam co-criar uma nova realidade de harmonia e preservação da Terra.
|
|
|