Santurys & Xamã Anibal Brasil-Inkas

Santurys & Xamã Anibal Brasil-Inkas

Ritual de flautas sagradas ancestrais, banho de gongos, tigelas tibetanas & sitar indiano.

O Duo musical trabalha no show com canções instrumentais e cantadas de variadas tradições numa jornada por diversos mundos e instrumentos.

Constrói uma estimulante sonoridade contemporânea e multicultural, aliada a conteúdos diferenciados prezando a sensibilidade do público.

Data: 14 de Jullho de 2017
Horário: Das 20 às 21h30
Valor de troca: R$40
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Músicas Xamânicas & Mantras, Kirthans e Ragas – temas tradicionais da música indiana, em interação com o público.

Essa experiência vibracional conduz o participante a seu interior, proporcionando uma oportunidade de auto conhecimento através do sOm. Recebendo a música deitado ou de olhos fechados, essa prática de atenção plena, convida o participante a se entregar ao universo dos sons, a estar presente no Aqui Agora e abrir o corpo à escuta interna.

As paisagens sonoras criadas durante esta jornada evocam múltiplas imagens arquetípicas universais e yantras, estimulando o inconsciente pessoal e coletivo, além de emitir frequências harmonizadoras trazendo relaxamento. A jornada inclui um ritual de Gongos e Tigelas Tibetanas de meditasOm que emanam sons e ultrassons carregados de harmônicos poderosos. Essas frequências magnetizam o corpo e proporcionam uma experiência com nossa essência profunda.

Este banho de mágicos sons envolvem os participantes que entram em um estado sutil, pleno a um trabalho de conexão com seu inconsciente e liberação de couraças emocionais e bloqueios energéticos profundos. Ao nível corporal, as ondas sonoras vibrando pelo espaço, atingem e reestruturam as moléculas d’água que formam nossos tecidos e órgãos, atuando assim como agente sonoro purificador.

Esse trabalho Xamânico moderno tem sua base nos princípios da psicologia transpessoal e acompanha o participante num mergulho regressivo, tornando-se quase uma sessão de renascimento que pode trazer-nos de volta às “águas interiores”. Após um período, faremos música coletiva improvisada com instrumentos simples que o público pode trazer, ou palmas percussivas e vozes, ou expressando com dança e movimentos livres, uma roda celebrativa que fecha o ritual musical.