Happy Hour especial Maracatu com Mucambos de Raiz Nagô

Happy Hour especial Maracatu com Mucambos de Raiz Nagô Maracatu de Baque Virado

Dia: 27 de Julho Horário: das 18h às 22h Programação: 19hrs – Vivência com o Maracatu: Dança, tocada e a relação com o tambor e o instrumentos Contribuição sugerida: R$ 10,00 20hrs – Apresentação com o grupo Mucambos Raiz Nagô   Para nós, “Mucambos de Raiz Nagô” são os Guardiões da Herança Ancestral, que buscam a transformação a partir da disseminação da cultura de rua, de matriz africana, com respeito e alegria. O Mucambos de Raiz Nagô é um grupo percussivo formado por amigos que acreditam: na Cultura Popular Brasileira de Rua como meio de transformar o ser humano, no acesso à cultura como meio para a socialização, no respeito às diferenças e no reconhecimento da nossa identidade mais profunda. Com a idéia de “plantar sementes e enraizar”, desenvolve oficinas e apresentações buscando a integração e a vivência da cultura brasileira como uma grande celebração. Em sua gama de estudos estão os ritmos: Maracatu de Baque Virado, Côco, Jongo e Ciranda, com foco especial no Maracatu. Saiba mais sobre o grupo: www.mucambosderaiznago.maracatu.org.br

Mucambos

Em 20 de novembro de 2008 um grupo de amigos se reuniu para comemorar o Dia da Consciência Negra – na comunidade de Ermelino Matarazzo – através do Maracatu. Naquele momento, a força vinda do Maracatu de Baque Virado se uniu à amizade e à vontade de disseminar essa cultura e celebrar a herança recebida dos nossos antepassados de uma forma alegre e comprometida. Assim, no dia 21 de dezembro de 2008 foi consolidada a fundação do grupo Mucambos de Raiz Nagô , com muita fé e força de vontade! “ Mucambo” – Choça em que os escravos negros se abrigavam quando fugiam para o mato; habitação ou abrigo de quem vigia a lavoura; refúgio de escravos nas matas. “ Raiz ” – Parte da planta que tem duas funções principais – servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água e nutrientes; enraizar, inveterar-se, prosperar. “ Nagô ” – Nome que se dá ao iorubano ou a todo negro da Costa dos Escravos que falava ou entendia o Iorubá