Sisterhood 13 Luas – Roda Feminina

Sisterhood 13 Luas

 

Sisterhood 13 Luas – Roda Feminina
Facilitação Awarani Araising

O que é a Vivência Sisterhood?
Trata-se de uma roda de saberes ancestrais femininos, na qual regeneramos, por meio da união entre mulheres, a verdadeira força do que significa o Sagrado Feminino em todas as nossas escolhas, dissolvendo, assim, padrões negativos que impedem maior qualidade de vida.  Através de meditações e ritos específicos, cantos, danças, bem como a expressão da palavra, podemos elevar a energia consciente e transformadora no nosso coração, e assim nos integrarmos em unidade e presença ao universo natural.

Onde surgiu o Sisterhood?
Conta-se a lenda, que há 75 mil anos, essa energia espiritual da irmandade do feminino, inspirada pelo Conselho das Anciãs das Treze Luas se estabeleceu no planeta Terra, para conectar o Profundo Feminino em paz, harmonia e beleza.

Qual o objetivo dessa Roda Feminina?
O objetivo é o encontro de mulheres, para expansão da consciência, cura e sustentação de quem nós somos, com dança, com arte, com expressão da palavra, com rituais específicos a cada encontro.

Dinâmica: Cronograma de Movimentos
Chegada
Meditação de conexão com o profundo feminino
Danças, para ativação energética do corpo emocional, mental, físico e espiritual
Partilha Sagrada, através da expressão da palavra
Ritual de Cura do Profundo Feminino, com viagem xamânica.

Duração da Vivência
1h30 – das 20h às 21h30

Quando
Última sexta-feira de cada mês
Primeira Vivência: 31 de Maio de 2019

Focalizadora

Awarani Araising será a focalizadora desse sagrado conhecimento. Iniciada dentro do Sweet Eagle Tribe, por Sylvie Shining Woman, é líder de Cerimônias Xamânicas para expansão e cura do ser humano. Escritora, desenvolve projetos sobre a maternidade como um caminho espiritual, trabalho que culminou no livro Parto da Vida, a ser lançado em julho de 2019 (Editora Chiado). Mãe de dois filhos. Membro do Sweet Eagle Tribe. É Pipe Keeper, portadora do cachimbo sagrado da Paz. Tamboreira, líder de cantos sagrados, como mulher de medicina do canto desenvolveu o projeto Drum Medicine: Vivência meditativa com danças dramáticas, tambores e cantos ancestrais.

Peregrinou por diversos países da América Latina buscando ritos e curas ancestrais. Iniciada no Conselho das Anciãs das Treze Luas, realiza diversas vivências de arte e equilíbrio com o feminino. É condutora de INIPI (tenda do suor), terapia em grupo para liberação e purificação. Diretora e atriz de teatro. Como Dramaturga desenvolveu a “dramaturgia do ser” através de histórias pessoais, os participantes criam uma mitologia própria para libertação consciente, espetáculo de cura 13 Luas (no prelo), é pesquisadora dos cantos ameríndios dos povos das Américas desde 2000, em conjunto ensaístico a ser reunido na obra Cantos Sagrados: Ritos Ancestrais (no prelo).

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