Tai Chi Chuan

Práticas de Tai Chi Chuan

Considerada por muitos uma “meditação em movimento”, o Tai Chi Chuan é uma arte milenar chinesa que visa harmonizar o ser humano com as forças “Yin e Yang” do Universo. Seu foco terapêutico é restabelecer o fluxo natural da energia Chi através dos canais nos quais circulam esta energia tão conhecida pela Medicina Tradicional Chinesa. Muito mais que uma simples terapia, o Tai Chi é uma filosofia e prática que se vive no cotidiano. A proposta é trazer esta arte para a vida e compreender como podemos nos harmonizar em circunstâncias do dia-a-dia tais como relacionamentos afetivos, círculo familiar, contexto profissional, trânsito, etc.

 Kati Yang Ha – forma ensinada na atividade

“Cada dia que passa, cada dia em que se renovam suas vidas. Percebe-se que muita coisa mudou, muitas coisas deixaram de existir. Novas coisas começam a surgir e a brotar. Esta é a vida real e natural do verdadeiro seguidor do Tai Chi. O verdadeiro seguidor do Tai Chi é aquele que tem, a cada dia de suas vidas, um novo horizonte, um horizonte renovado, simbolizando que sua vida está em franco progresso e não está estagnada, parada. Quando sentir que nada de novo surge, nada acontece, é porque está estagnado e não há o tai-chi. Se a cada momento e a cada dia vê surgirem novos desafios, novos obstáculos a transpor, então o tai-chi está fluindo naturalmente como deve.”

– Mestre Oriental

 

ESSA ATIVIDADE ENCERROU!

 

 Pedro Henrique Paschuetto – Professor de Filosofia Livre, Tai Chi Chuan e orientador de Meditação na Academia – Escola de Filosofia Livre; praticante de Tai Chi Chuan no espaço Shobu Dojo; formação de Instrutor de Tai Chi Chuan pela Associação Wu San Dji Tao (prof. Laércio Fonseca); estudante e vivente autodidata de Yoga; praticante de meditação Vipassana. Pedro tem como ideal fomentar a investigação de crenças limitantes enraizadas na mente humana, proporcionando um encontro com a verdade interna de cada ser oferecendo uma ampla visão do potencial latente que sempre esteve aqui e agora. “Não há nada a buscar, você já chegou.”